sábado, 26 de outubro de 2019

Alberto d'Assumpção


Na arte contemporânea é ainda bem evidente a influência recebida do movimento surrealista. Com efeito os surrealistas não só elaboraram uma estética revolucionária como também introduziram novas formas através das quais esperavam mudar a condição humana. Técnicas que curiosamente visavam atingir a coexistência do consciente e do inconsciente, provavelmente recolhidas nas filosofias do Oriente.
       Decifra-se, por isso, no começo do surrealismo, nomeadamente nos poemas e manifestos de André Breton, uma nostalgia pela «totalidade primordial»; o desejo de concretizar a coincidência dos opostos, a esperança de ser capaz de anular a história para começar de novo com a força e a pureza originais. 
       Com efeito, os movimentos artísticos modernos procuram a redução das formas a estados larvares, germinais e elementares na esperança de recriar «mundos novos», i.e., abolir a história da arte e reintegrar o momento auroral em que o homem viu o mundo «pela primeira vez». 
       Isto vem a propósito da tentativa de explicação da mensagem secreta de certas obras, onde se vislumbra um padrão de iniciação quer na literatura quer na pintura relacionado com um universo imaginário. Poderia estabelecer-se uma aproximação semelhante entre a função da iniciação e a análise fenomenológica que pretende suprimir a experiência «profana», quer dizer, aquilo a que Husserl chamava a «atitude natural» do homem que corresponde, nas culturas tradicionais, ao estágio «profano» pré-iniciático. Vivência que na linha de Jorge Luís Borges contraria a «atitude natural», por constituir obstáculo ao «mundo sagrado» onde se desvela a realidade do mundo, que seria a chave para a compreensão do homem ocidental moderno.
       O desejo de decifrar aqueles cenários na literatura, nas artes plásticas e no cinema revela não só uma reavaliação da iniciação como processo de regeneração e transformação espirituais, mas também a nostalgia de uma experiência primordial. Daí a forte atração pelas obras literárias e artísticas com uma estrutura iniciática. 
       O materialismo histórico e a psicologia da profundidade, ambas na linha de um positivismo racionalista autossuficiente, protagonizaram, por sua vez, uma pretensiosa «desmistificação»; quando se procurava descobrir a significação verdadeira ou original – de um comportamento, uma ação ou uma criação cultural. Este processo de «desmistificação» ao contrário conduziu negativamente o pensamento ocidental, através de linguagens profanas e historicistas do conjuntural, sem saída e redutoras, ao discurso do pensamento único puritano e determinista. 
       Aqui se descobre a dialética entre materialismo e humanismo que enviesa o conhecimento, quando na sua dominância naturalista a comunidade científica se distancia de uma visão do homem como ser integral. 
       Num mundo dessacralizado como o nosso, onde se desvaloriza a espiritualidade, as consequências nas artes são evidentes, ficando os elementos «sagrados» aparentes ou ocultos na sua expressão plástica, embora presentes e ativos. Isto por que as experiências imaginárias fazem parte do ser humano total, não sendo menos importantes que as experiências do quotidiano.

       É para este desafio que nos convocam as obras de Alberto D’Assumpção.

       Alberto D’Assumpção importa dizê-lo, é filho do enigmático pintor Manuel D’Assumpção, percursor da corrente surrealista em Portugal e referência incontornável da mesma. Partindo do Expressionismo Arquetípico que pressupõe um autoconhecimento, uma construção interior baseada no mito, na alegoria e no simbolismo utilizadas por Alberto D’Assumpção, aí estão a circunferência, a esfera, o esquadro e o compasso, entre outras formas. 
       Para ele a Luz e o Espaço realizam-se em Harmonia. Da harmonia celeste à harmonia terrena, porém a passagem é sempre estreita. Por detrás das formas e dos símbolos na abertura subtil de uma porta ilumina-se um caminho.
       Não se veem labirintos, tudo é claro para quem Vê. A Ética em que se funda a sua construção interior não lho permite. 
       O movimento é constante, de planos que se projetam e de formas em rotação ou translação, nessa massa imensa de um Universo em expansão, síncrono, numa conjunção musical e mística. 
       Geómetra da pintura revela-se no lado lúdico da sua cor uma característica singular da sua expressão plástica, nela implicando o que sente com a intensidade do que nos pretende transmitir.
       Pintor Esotérico para ele a arte é, sobretudo uma maneira de comunicar com o Invisível, de analisar as suas correspondências secretas de uma forma mágica, diria mesmo iniciática, de criar entre o Indivíduo e o Cosmos um canal de comunicação, ou uma ponte e por ele(a) um movimento incessante de enriquecimento comum.
       Claro está finda a comunicação fica um quadro, um pedaço de tela coberto de cores, uma obra plástica única. 
       Se quisermos apreender o seu sentido profundo, teremos de abrir bem os olhos para Ver para além dela a Luz que a ilumina e as formas que a modulam ou as personagens ocultas que a povoam. 
       Ao analisarmos, porém, o aspeto propriamente plástico da sua obra o que se observa de imediato é o rigor, a medida e a minúcia que lhe é inerente. Por que motivo dir-se-á um Universo tão ordenado, num espaço tão bem repartido. 
       Pura Arte Real que se exercita na arquitetura secreta, para além das aparências enganadoras do Visível, numa rigorosa geometria só visível para os que detêm a chave do enigma. 
       Na passagem à mestria, o Mestre perfeito passa do esquadro ao compasso, sendo que este se vai ampliando, na medida justa e perfeita, para não mais condicionar a razão e o pensamento liberto. 
       Do que venho dizendo fácil será inferir que para Alberto D’Assumpção o acto de pintar é fundamental, de um valor sagrado, litúrgico mesmo. Celebrar o rito na sua cadência simbólica é mister de muito poucos. De iniciados dir-se-á. Dos autênticos acrescento eu. 
       É que quem procura nem sempre encontra. Tem de investigar, ler, recortar, recolher, estar atento e afinal pintar depois de Ver. Ilumina-se-lhe, então, a Esperança de descobrir o ritmo secreto do Universo e da Vida, que já recolhêramos em Zurara quando confere entre outras, uma dimensão cósmica aos Descobrimentos, que nem sempre é enfatizada, embora seja claramente manifesta.
No artista, do Uno ao Múltiplo regressa-se ao Uno, à Luz que se havia precipitado na cor, as formas são na verdade apenas um simulacro da realidade.

                                                                                                            Amadeu Basto de Lima

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

1. "VARIAÇÕES SOBRE UM TRIÂNGULO - III"

2019/ Óleo s/ tela/ 46x38cm
900,00€

2. "VARIAÇÕES SOBRE UM TRIÂNGULO - II"

2019/ Óleo s/ tela/ 40x50cm
1.050,00€

3. "VARIAÇÕES SOBRE UM TRIÂNGULO - I"

2019/ Óleo s/ tela/ 38x46cm
900,00€

4. "LUNA"

2019/ Óleo s/ tela/ 40x40cm
850,00€

5. "CATEDRAL - II"

2019/ Óleo s/ tela/ 116x89cm
5.100,00€

6. "À JANELA DE AMADEO"

2018/ Óleo s/ tela/ 106x76cm
4.100,00€


7. "CONTRAPOSIÇÃO"

2018/ Óleo s/ tela/ 60x80cm
2.400,00€

8. "ESTUDO PARA A CONDIÇÃO HUMANA"

2018/ Óleo s/ tela/ 50x65cm
1.600,00€

9. "EREMITA"

2017/ Óleo s/ tela/ 100x50cm
2.750,00€

10. "LA ISLA"

2016/ Óleo s/ tela/ 80x60cm
2.400,00€

11. “ÚLTIMA CEIA"

2013/ Óleo s/ tela/ 76x106cm
4.100,00€

12. "HATHOR"

2012/ Óleo s/ tela/ 78x54cm
2.175,00€

13. "Horus Eye"

2011/ Óleo s/ tela/ 81x65cm
2.600,00€

14. "DOIS MUNDOS"

Óleo s/ tela – 2016/ 65x81 cm (25,59”x31,89”) 
Colecção do autor

15. "COMPASS"

2008/ Óleo s/ tela/ 81x65cm
2.600,00€

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Criticas ao trabalho de Alberto d'Assumpção


Você não se encerra numa forma, Alberto, mas esta frase serve-lhe como uma luva… Há 2400 anos atrás Platão disse: “Por Beleza eu não me refiro às formas que a maioria das pessoas esperaria, tais como as das criaturas vivas ou imagens, mas… linhas rectas e curvas e superfícies ou formas sólidas produzidas por réguas, esquadros e compassos. Essas coisas não são comparativamente belas, como as outras coisas, mas sempre e de forma natural e absolutamente.”
Ron Atkin


Alberto, estive observando a tua muito refinada obra cheia de círculos, triângulos, quadriláteros. bolas verdes e azuis, arcos ogivais e de meio ponto, janelas, arcos de circunferência, sectores circulares, todos eles para formar composições cheias de forças equilibradas. Formosas harmonias de cálidos e frios. Apreciei particularmente as tuas abstracções de catedrais e vitrais. No conjunto parece-me a grande obra de um alquimista que está perto de alcançar a Pedra Filosofal.
António Sánchez-Gil


Excelente composição do universo, que, apesar do sangue derramado, tem um certo inexoravelmente superior a qualquer barbárie. O azul que caracteriza o nosso planeta é o dito centro que sobressai sobre um fundo de luz que manifesta a espiral do desenvolvimento que o assinala como centro… Auto-estimula-se, pois há algo superior que o assinala desde o mais além, desde cima, onde procuramos sempre buscar uma inteligência superior. A beleza da obra fala de capacidade da arte, do artista, para resumir numa obra tanta sabedoria.
Antonio Guzzo (sobre “Mithras”)


As suas pinturas não são deste mundo e nunca vi nada como elas. Vou a Londres e Paris visitar regularmente importantes galerias de arte, mas nunca vi lago tão único e original como os seus abstractos.
Rusty Woodward-Gaddish


É um trabalho de mestre criar um abstracto que é incontornável e desperta algo dentro do nosso subconsciente… mas Alberto D’Assumpção cria abstractos que cativam o nosso olhar. Acho que há algo de matemático na maneira como eles estão estruturados e possuem uma combinação de cores que ressoa com as nossas próprias frequências naturais…
Anne Vis

Estou imensamente comovida pelo ritmo do seu trabalho e a utilização da cor que toca o coração. O seu trabalho desloca-se para além do típico abstracto; de facto é mais do que uma festa para os olhos: é uma festa para a alma.
Susanne Iles


A grande beleza nunca foi inimiga do rigor técnico, antes pelo contrário: por vezes é este que ajuda a gerar superlativamente aquela, sobretudo quando se consegue conciliar a clarividência intelectual, com uma intensa chama anímica, que guia os passos nessa demanda dos eternos labirintos da beleza, e isso está claramente expresso na tua obra.
Carlos Almeida

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

SINFONIA LUMINOSA, pintura de Alberto D'Assumpção na Galeria Vieira Portuense

Bandeira dos Direitos Humanos


Organizador do projecto: Victor Valqui Vidal

Participantes, por artigo (o nº corresponde ao artigo da declaração dos direitos humanos que é ilustrado):
1 - Mireille Dubois Vanhove - Bélgica
2 - Fred van Welie - Holanda
3 - Ilha Badreddine Mahfouz - Síria
4 - Roberta Masciarelli - Brasil
5 - Barbara Harrison - Inglaterra
6 - Pilar Roldán - Espanha
7 - Carlos Senna - Brasil
8 - Rossano Di Cicco Morra - Itália
9 - Luiz Cavalli - Brasil
10 - Victor Valqui Vidal - Peru
11 - Mario Rui Araújo - Portugal
12 - Mohammed Bin Lamin - Líbia
13 - Leonor Alvin Brasão - USA
14 - Suzann El-abbaud Art - Síria
15 - Cassandra Gordon-Harris - Equador
16 - Cathérine Petré - Bélgica
17 - Karl Peter Fischer - Dinamarca
18 - Emmy Verschoor - Holanda
19 - Marcelo Lerer - Argentina
20 - Alberto D'Assumpção - Portugal
21 - Bill Thomson - Canadá
22 - Fred van Welie - Holanda
23 - Iwona Zaborowska - Polónia
24 - Cristina Homem de Mello - Portugal
25 - Rosa Guerrero - Espanha
26 - Julie Karmark Valqui Vidal - Suécia
27 - Krisztina Asztalos - Hungria
28 - Maher Khatib Abo Nidal - Palestina
29 - Mille Hojerslev Nielsen - Dinamarca
30 - Federico de Muro - Itália

SINFONIA LUMINOSA, 2012, na Galeria Vieira Portuense

ALBERTO D’ASSUMPÇÃO

ALBERTO D’ASSUMPÇÃO

Filho do pintor Manuel D’Assumpção, nasceu em Lisboa em 1956.
Expõe regularmente, individual e colectivamente, desde 1989, dedicando-se em exclusivo à pintura em 1990. É membro da Royal Society of Arts (RSA), de Londres. Com os artistas Adrian Bayreuther, Constantin Severin, Harriette Lawler, Izabella Pavlushko e Olga Dmytrenko constitui o Grupo Internacional “3º Paradigma”. É igualmente membro da Sociedade Portuguesa de Autores, do “International Illustrated Letter Writing Society”, do grupo “Artists For Peace”, do grupo “Archetypal Expressionism”, do “Mirca Art Group”, Suécia e do Grupo Internacional “Art Bird”, Espanha.
Está representado nas colecções do Banco de Portugal, Fundação Cupertino de Miranda - Famalicão, Centro Cultural Espacio Matta - Santiago, Chile, C. M. de Barcelos, C. M. de Sousel, J.P.F., Casa de Pascoaes – Gatão, Amarante, Herdeiros do poeta António Pinheiro Guimarães e em diversas entidades e colecções particulares do País e do Estrangeiro.
Conjuntamente com Maria Isabel D’Assumpção, concebe Tapeçarias em técnica e ponto de Arraiolos segundo desenho de composição moderna, que são executadas em edições únicas e exclusivas. É autor de diversos cartazes, capas de publicações e logótipos e tem obras suas reproduzidas em capas de livros. Integrou o Júri de selecção da II e da III Bienal de Arte Jovem de Vila Verde. É artista residente da KontemporaryArt Gallery, Calgary, Canadá.
Foi seleccionado pelo Júri Internacional para participar na 4ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Firenze – Itália. Foi selecionado para participar no “BIRD 2005 International Art Award”, Pequim – China e na 1ª Bienal Internacional de Arte de Chapingo, México.
É citado no “Dicionário de Artistas Plásticos de Portugal” da Estar Editora, em “Artes Plásticas – Portugal” da Adrian Editora, em “Aspectos das Artes Plásticas em Portugal – III”, “Arte – 98” e “Anuário Internacional de Arte 2003” de Fernando Infante do Carmo, está referenciado no “Arteguia – Directório de Arte Espanha e Portugal”, no “Guia d’Arte”, no “Who is who of the Portuguese Artists”, da Sol Invictus Publicações, no “Anuário das Artes Plásticas” da Estar Editora, no “Artes 2001 – Directório de Artes Plásticas”, da Publicenter, no “Magazine das Artes Plásticas” nº1, em “Surrealismo abrangente – colecção particular de Cruzeiro Seixas” Fundação Cupertino de Miranda, em “Freedom & Art” e “Planet Heart, Planet Art”, ambos do Mirca Art Group, Suécia, em “International Dictionary of Artists”, da WorldWide Art Books, USA, em “Privatsphären”, Viena, Austria, em “Estuary”, de H. Lawler and A. Marton, USA, e em“Visual Poetry”, de Victor Vidal, Dinamarca.

Prémios:
2º Prémio em “BIRD 2005 International Art Award”, Pequim – China
3º Prémio em “Artperiscope.com art Project: the Light” (2006), Czestochowa, Polónia
1º Prémio em “3th Artperiscope Artwork Competition” (2008), Czestochowa, Polónia
“Silver Award”, Artmajeur, 2010.
Diploma of Excellence (Honorable Award), 1st Ibiennial of Contemporary Art, Artoteque, London, England.

Exposições individuais:
2019 -“Variações sobre um triangulo e outros temas”, Galeria Vieira Portuense, Porto
2016 -“Pintura”, Galeria de Arte Solidária Nabia, Braga
2016 - “Cosmogonias”, Sala de Exposições do CNSC, Almodovar
2015 - “Percepções de um Instante Fugaz”, Galeria Debout sur L’Oeuf, Coimbra
2015 - “Geometrismos”, ASMAV, Guimarães.
2015 - “Sinfonia Luminosa”, Museu Abel Manta, Gouveia.
2014 - “Pintura”, Chello’s Restaurante, Guimarães.
2013 - “Pintura”,Deliart Caffe, Lisboa.
2013 - “Cosmogénese”, Espaço Feng Shui, Braga.
2013 - “Um Certo Olhar Interior”, Biblioteca Municipal de Penafiel.
2012 - “Portas da Percepção”, Tinturaria, Gal., Covilhã.
2012 - “Olhar Interior”, Backstage escola de Dança, Braga.
2012 - “Pintura”, Galeria Perlimpimpim, Vagueira, Aveiro.
2012 - “Sinfonia Luminosa”, Galeria Vieira Portuense, Porto.
2011 - “Pintura”, Galeria Lucília Guimarães, Guimarães.
2010 - “Pintura” Delegação Sul da Ordem dos Médicos, Lisboa.
2009 - “Portas da Percepção”, Galeria Vieira Portuense, Porto.
2007 - "Pintura", Galeria Asas d'Arte, Anadia.
2007 - "Pintura", Galeria Tubo d'Ensaio, Figueira da Foz.
2006 - “Pintura”, Rui Alberto Espaço D’Arte, Porto.
2004 - “Pedaços dum mesmo sentir”, Espaço Ávila, Lisboa.
2003 - “Sedimentos de um céu perdido”, Galeria Barata, Lisboa
2002 - “Cosmogonias e outros temas”, Galeria Espaço Ilimitado, Porto.
2001 - “Instantes de Infinito”, Paço dos Duques de Bragança, Guimarães.
2000 - “5 pórticos e outros temas”, Almadarte Galeria, Costa de Caparica.
1997 - Galeria Barata, Lisboa.
1997 - Eborênsia Galeria, Évora.
1996 - Tamar, Galeria de Arte, Évora.
1995 - Galeria Eborênsia, Évora
1994 - “Espirais e Construções”, Galeria de Arte Óp. Conde de Redondo, Lisboa.
1992 - Galeria Espaço, Porto.
1992 - Galeria Barata, Lisboa.
1990 - Galeria Alla Prima, Porto.
1989 - Bar-Restaurante Bohemia, Lisboa.
1989 - Pousada Rainha Santa, Estremoz.
1989 - Bararte Galeria, Arraiolos.

Exposições colectivas:
2019 -“Homenage a Matta”, Centro Cultural Espacio Matta, Santiago, Chile
2019 -“Colectiva de Pintura”, Galeria Vieira Portuense, Porto
2019 -“Arte Nostra Damus 2019”, Centro Cultural Malaposta, Odivelas
2019 -“Arte na Raia”, Ecomuseu Padre Fontes, Montalegre
2019 -“Art Bird”, Casa del Cable, Jávea, Espanha
2019 -“Celebrar y Homenajear Susana Wald”, Centro Cultural Espacio Matta, Santiago, Chile
2019 -“Não Grupo” Exposição colectiva, Bombeiros Voluntários, Povoa de Lanhoso
2018 -“Amadeo – centenário da sua morte”, Museu de Espinho
2018 -“Artis XVI” Casa da Cultura, Seia
2018 -“Arte Nostra Damus”, Galeria Municipal Artur Bual, Amadora
2018 -“Arte Nostra Damus”, Casa do Avô Mineiro, Moita, Castro D’Aire
2017 -“Homenaje a Ludwig Zeller, Componiendo la Ilusion”, Santiago, Chile
2017 -“Arte Nostra Damus”, Instituto da Juventude, Viseu
2017 -“Artis XV”, Casa da Cultura, Seia
2017 -“Arte Nostra Damus”, Biblioteca Municipal João Brandão, Tábua
2017 -“Nossas mãos de nautas navegando o espaço”, Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço”, Guarda
2017 -“Intemporalidades”, Galeria hecoarte, Esposende
2016 -“Human Rights Flag II”, Kulturhuset Kilden, Brøndby, Dinamarca
2016 -“Arte na Raia”, Ecomuseu do Barroso, Montalegre
2016 -“À Luz dos Castelos Envidraçados”, Museu Municipal Santos Rocha, Figueira da Foz
2016 -“Arte Nostra Damus (2016), IPDJ, Viseu
2016 -“Artis XIV”, Casa da Cultura, Seia
2016 -“Sons da Cidade”, Museu Temporário de Memórias, Coimbra
2016 -“Impressões”, Galeria Vieira Portuense, Porto
2016 -“3rd Paradigm”, Mesa Library Upstairs Art Galery, Los Alamos, USA
2016 -“Arcoz’arte”, Casa das Artes, Arcos de Valdevez
2015 -“Miniaturarte”, Galeria de Arte Solidária Nabia, Braga
2015 - “Arte Nostra Damus”, IPDJ, Viseu
2015 - “Colectiva de Inauguração”, Galeria de Arte Solidária Nabia, Braga
2015 -“Cosmogonias”, Centro Cultural Palácio do Egipto, Oeiras.
2015 -“70 Cavaquinhos – 70 Artistas”, Teatro Circo, Braga.
2014 - “Ética”, Apo’strophe Sala de Arte, Vigo, Espanha.
2014 -“70 Cavaquinhos – 70 Artistas”, Mosteiro dos Jerónimos, Lisboa.
2014 -“Pintura e desenho”, Deliart Caffe, Lisboa
2014 -“Encontro Ibérico de Artes Plásticas”, Castillo de Oropesa, Toledo, Espanha
2014 -“Moita Mostra”, Moita
2014 -“Pontes Luso-Galaicas”, Chaves.
2014 -“Artis 2014”, Seia
2014 -“Mosteiro com Arte”, Tibães, Braga
2013 - “3rd. Paradigm”, Galerie und Restaurant Villa Borgnis, Königstein, Alemanha.
2013 - “Arte em Pequeno Formato”, Espaço Feng Shui, Braga
2013 - “Un Escaparate para el Quijote”, Alcalá de Henares, Espanha
2013 - “Surrealizar o Sonho”, Termas de Vizela
2013 - “3rd. Paradigm”, Gallery Speicher, Idstein, Alemanha.
2013 - “Inter-Art”, Galerie Kaplanka, Protiniv, Rep. Checa.
2013 - “3º Encontro Internacional de Arte”, Galeria Vieira Portuense, Porto
2012 - “Itinerários simbolicamanete inquietos”, Galeria Lucilia Guimarães, Guimarães.
2012 - “3. Paradigma”, Galeria Kaplanka, Protivín, Rep. Checa
2012 - “3º Encontro Internacional de Arte Ao Redor do Touro”, Ecomuseu de Montalegre.
2012 - “Sete Mundos no Mundo da Arte”, Museu da SCMG, Guimarães.
2012 - “Pintar o Porto”, Galeria Vieira Portuense, Porto
2012 - “1st International Art Exhibition”, Bergen, Noruega.
2012 - “Artistas Vimaranenses”, Assembleia de Guimarães, Guimarães.
2012 - “2º Salão Internacional de Arte na Galeria Vieira Portuense”, Porto.
2011 - “A História e o Corpo”, Casa Municipal da Cultura, Seia.
2011 - “Salão Internacional de Artes Plásticas do Alto Alentejo”, Centro Cultural, Sousel.
2011 - “Privatsphären”, Galeria Rearte, Viena, Austria.
2011 - “II Encontro Internacional de Arte Ao Redor do Touro”, Centro Cultural , Sousel.
2011 - Galeria Speicher, Idstein, Alemanha.
2011 - “3º Paradigma”, Elfos Clinica e SPA, Lousada.
2010 - “Wall For Peace-20 – Istanbul Art Fair 2010, Istanbul, Turquia.
2010 - “Park Art Fair International 2010”, Geneve, Suiça.
2010 - “3º Paradigma”, Galeria Vieira Portuense, Porto.
2010 - “3º Paradigma, un Viaje en el imaginario”, Gal. José de Lorenzo, Santiago de Compostela, Espanha.
2010 - Galerie und Goldschmiede Aurum, Bad Homburg, Alemanha.
2010 - “3º Paradigma”, Restaurante O Funil, Lisboa.
2010 - Ottomani Gallery, Ârhus, Dinamarca.
2010 - Gallery Tschesch Uhren und Schmuck, Frankfurt am Main, Alemanha.
2009 - Kaffeehaus Amadeus, Kischeimbolanden, Alemanha.
2009 - “Grupo 3º Paradigma”, Picoas Plaza Galeria, Lisboa.
2009 - “Ao Redor do Touro”, Galeria Vieira Portuense, Porto.
2009 - Karpelles Manuscript Museum, Newburg, New York, USA.
2009 - “1st International Art Action Istanbul 2009”, Dolmabahçe Art Gallery, Istanbul, Turquia.
2009 - “Pontes Luso-Galaicas”, Clube dos Fenianos do Porto, Porto.
2009 - “Cake Parade Portalegre 2009”, Portalegre.
2009 - “Freedom and Art”, Mount Beacon Fine Art, New York, USA.
2008 - “Premio Freud”, Palazzo Comunale di Lavarone, Trento, Itália.
2008 - Gallery Cafe Blikle, Czestochowa, Polónia.
2008 - “ES – L’autorritratto Psicologico tra realtà e metafora”, Espazioeventi Mondadori, Veneza, Itália.
2008 - “Creadores”, Galeria de Arte Porta Nova, Ferrol (La Coruña), Espanha.
2008 - “3 Artistas, 3 Continentes, uma mesma linguagem”, Galeria Municipal, Barcelos.
2007 - 4ª Grande Exposição Internacional de Artes Plásticas de Sesimbra.
2007 - "COELUM – Mostra Internazionale di Arte Contemporanea", Palazzo Cesi, Acquasparta, Itália.
2006 - 3ª Grande Exposição Internacional de Artes Plásticas de Sesimbra.
2006 - Tabor Gallery, Czestochowa, Polónia.
2005 - “BIRD 2005 International Art Award”, Pequim, China (até Maio de 2006)
2004 - Galeria Nicolai, Lourinhã.
2004 - « Surrealismo Abrangente », Fundação Cupertino de Miranda, Famalicão.
2003 - Perdurabo Art at Old Fire Station, Chelmsford, Inglaterra.
2003 - The Affordable Art Fair, London, Inglaterra.
2003 - The Sheridan Russell Gallery, London, Inglaterra.
2003 - IV Biennale Internazzionale del’Arte Contemporanea – Firenze, Itália.
2002 - Colectiva de Artes Plásticas, Galeria Municipal, Valença.
2002 - “Bouro Terras D’Arte”, Câmara Municipal de Terras de Bouro.
2001 - “Sob o Céu da Arrábida”, Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal, Setúbal.
2000 - FAC/00, integrado no Stand da Galeria Arte e Manifesto
1999 - Colectiva Outono/Inverno, Almadarte Galeria, Costa de Caparica.
1999 - FAC/99, integrado no Stand da Almadarte Galeria.
1998 - “1ª Exposição Colectiva de Verão/98”, Galeria Arte e Oficina, Setúbal.
1998 - “D’Art/98, Vila Verde.
1998 - Colectiva de Pintura e Escultura, Galeria Sépia, Braga.
1998 - “Arte/98”, Exposição/lançamento do livro, Cordoaria Nacional, Lisboa.
1997 - Exposição de Lançamento do livro “Aspectos das Artes Plásticas em Portugal – III”, Lisboa.
1997 - Exposição de Inauguração da Galeria Acervo d’Arte, Setúbal.
1996 - “Grande Exposição de Artes Plásticas”, Galeria do Altis Park Hotel, Lisboa.
1996 - Galeria de Arte Óptica Conde de Redondo, Lisboa.
1994 -“Florbela! Flor Bela!”, exposição comemorativa do Centenário de Florbela Espanca, promovida pela Biblioteca Florbela Espanca de Vila Viçosa com a colaboração da APA e apresentada em Vila Viçosa, Lousada, Nevogilde, Matosinhos e Faculdade de Direito de Lisboa entre Dezembro de 94 e Maio de 95.
1994 - Colectiva de Desenho, Cineclube do Porto.
1994 - Colectiva de Aguarela, Cineclube do Porto.
1994 - “Modos de ver Lisboa”, Galeria Barata, Lisboa.
1993 - “Grande Exposição de Artes Plásticas”, Galeria Almada Negreiros, Lisboa.
1993 - Colectiva de Artes Plásticas e Design, Galeria Alcântara Studio, Lisboa.
1993 - “1ª Mostra de Pintura do Norte”, Junta de Freguesia de Bonfim, Porto (promovida pela A.M.I.).
1992 - “Porto de Lisboa e o Tejo”, Lisboa (organizada pela A.P.L.).
1992 - Colectiva de Pintura (organizada pela APA e integrada na Feira da Saúde do Distrito de Beja).
1992 - Colectiva de Pintura, Câmara Municipal de Cuba.
1992 - “Papel e Barro”, Mercado Ferreira Borges, Porto.
1992 - Colectiva de Pintura e Escultura, Galeria Municipal de Vila Viçosa.
1992 - Colectiva de Aguarela, integrada no programa “Artes Plásticas 92/93”, iniciativa do Cineclube do Porto e da APA.
1991 - Culturarte/91, Vila Viçosa.
1990 - Bararte Galeria, Arraiolos.
1990 - Culturarte/90, Vila Viçosa.
1989 - Galeria Santa-Rita Pintor, Paços de Ferreira.
1989 - Casa D. Hugo, Porto.

"Variações sobre um Triângulo e outros temas" de Alberto d'Assumpção

"Variações sobre um Triângulo e outros temas" de Alberto d'Assumpção